Consultoria? Aceleradora? Conheça a história da Organica!

Nós da Organica Evolução Exponencial somos referência em aceleração de empresas e startups graças ao nosso modelo de trabalho. Não somos agência, não somos consultoria e não somos (apenas) uma aceleradora de startups. Quer conhecer um pouco mais sobre a atuação e a história da Organica? Continue a leitura do post de hoje e confira!

#Quem somos

A Organica atua como um par, um parceiro real, e em alguns casos até um mentor, que por meio de recursos de alto nível e metodologia proprietária imerge no negócio para acelerar e encontrar soluções para alcançar os objetivos da empresa.

Não apresentamos soluções prontas para nenhum dos nossos clientes. Acreditamos que cada empresa ou startup tem um jeito próprio para crescer. Buscamos ouvir as dores dos clientes, desenvolvemos um modelo personalizado one-to-one com cada um deles e atuamos lado a lado com os colaboradores. Juntos cocriarmos soluções e acelerarmos ao máximo os negócios.

#Nossas soluções

Basicamente oferecemos soluções para 3 tipos de clientes:

1. Para quem precisa retomar a linha de crescimento

As empresas que precisam retomar o ciclo ascendente de crescimento precisam correr contra o tempo para não ficarem para trás. A Organica mergulha rapidamente no negócio e busca novas visões, ações e alternativas para dinamizar essa desaceleração.

2. Para quem já está na evolução exponencial

Trabalhamos com gestão de alta performance, assim como uma equipe de Fórmula 1, que precisa sempre dar uma volta mais rápida em cima da volta mais rápida. O crescimento exponencial pode fazer com que as empresas estressem suas estruturas financeiras, humanas, de infraestrutura e por aí vai. É preciso focar na liderança, visão e agilidade para evitar a estagnação do crescimento em decorrência de gargalos.

3. Para quem quer turbinar a carreira

A área de Conhecimento da Organica, a qual eu faço parte, é a responsável por oferecer conteúdo, mentorias, masterclass, cursos, palestras, workshops e viagens de conhecimento que atualizam a visão dos profissionais, preparando-os para novos desafios da carreira na Nova Economia.

#Nossa história

Roni Cunha Bueno é ex-VP da Netshoes e foi um dos fundadores da fase que pivotou a varejista para um e-commerce purely play de R$ 2 bi. Foram seis anos à frente da pioneira do e-commerce brasileiro e dois atuando como VP do Terra.

Por mais dois anos, ele tocou sozinho a iniciativa de acelerar pessoas e negócios criando a Organica. A Netshoes também foi uma escola para Renato Mendes, ex- Head of Marketing e Comunicação, e Priscilla Erthal, ex-Gerente de Marketing e Performance. Em agosto de 2016, o trio voltou a trabalhar junto e a Organica expandiu sua atuação no Rio de Janeiro. Em 2018, foi a vez de conquistar Porto Alegre, com a entrada da sócia Luciane Aquino.

Hoje, a Organica conta com outros cinco sócios: Maurício Alexandre (Performance), Pedro Paulo Moraes (Organica Builder), Andrea Dietrich (Branding e Transformação Digital), Valéria Novas (Gestão de Pessoas e CRM) e Bruno Tataren (Conhecimento). Juntos, sócios, líderes de negócios e demais especialistas desenvolvem soluções que organicamente se adaptam às necessidades de cada cliente.

A Organica conta com um time com mais de 30 especialistas (ou de mentes aceleradas), que possuem experiência de mercado, muitos cases no currículo e trabalham juntos nas suas áreas complementares, realizando um trabalho de transformação dentro das empresas.

Na cartela de clientes está a própria Netshoes, Dr. Consulta, MaxMilhas, Grupo Soma, Banco Votorantim, Modal Mais,Rock Content, Banco Olé, Meliuz, Oi, Mercado Bitcoin, Get Ninjas, Rocket.Chat, Vigilantes do Peso, Netfarma, Delivery Center e Serasa Experian.

E aí, você já conhecia a história da Organica? Faz parte dela? Conta para gente nos comentários. Se você ainda não recebe nossa Newsletter, não deixe de assiná-la no fim da página. Por lá compartilhamos mais conteúdos como este. Até mais!

7 princípios da evolução exponencial

Os profissionais estão tendo que se reinventar para mudar a chavinha para a Nova Economia. Já demos algumas dicas sobre como se tornar um(a) Profissional do Futuro aqui. As empresas também estão precisando repensar seus modelos de trabalho para atender as novas demandas e as funções que já não se encaixam mais nele. Em uma nova cultura onde os clientes estão no centro é preciso entender as vontades deles.

Empresas como a Netshoes, Uber e Facebook já entenderam essa lógica. A transformação não acontece do dia para a noite, mas está sendo feita. Todos os dias, o tempo todo. E quem não se preparar para ser um Profissional do Futuro vai sofrer as consequências de ficar para trás e um dia ter que se deparar frente a frente com a Nova Economia.

Para entrar na Nova Economia, você precisará entender alguns conceitos da Evolução Exponencial. Pensando nisso, preparamos este artigo com os 7 princípios da Evolução Exponencial. Continue a leitura e conheça quais são eles!

1.      Cultura do cliente

Como falamos no fim do primeiro parágrafo: Você precisa aprender a escutar seu cliente. Já que estamos na era do cliente, nada mais justo que mudar o mindset e coloca-lo à frente nas suas ações. Todas as estratégias que você adotar têm que ser pensadas para melhorar a experiência dele. Não é mais como você quer, e sim como o cliente deseja.

E deixo uma povocação que está no livro Mude ou Morra: você está disposto a perder dinheiro a curto prazo em nome da construção de uma relação de longo prazo? Aqueles que tem o mindset da Nova Economia com certeza estão.

2.      Sim, é possível

“Esse negocio não vai dar certo…” Quantas vezes você já ouviu isso? Um profissional do futuro não deve deixar que os outros o sabotem ou se auto sabotar. Os sonhadores não costumam respeitar as regras de probabilidade. Ou então nem sairiam da cama.

Enquanto muitos terão inveja da sua ideia e do seu sucesso, outros tantos irão desacreditar de você ou tentar protege-lo dos riscos. O “não” é seguro e o “sim” representa algo novo. Mas sim, é possível e sempre tem uma saída. Seja um líder inconformado!

3.      O novo sempre vem

E sempre virá. Não dá para frear o tempo. Frequentemente surge uma nova onda que substitui a antiga. Não espere uma startup destruir sua empresa. Destrua você mesmo sua ideia e reinvente-se.  O jogo que você está ganhando hoje não garante o placar para a próxima rodada na Nova Economia.

Tenha em mente que o que você faz hoje é só um ciclo da sua vida. Alguém um dia irá ocupar seu espaço.  Por isso, fique atento ao mercado e busque constantemente novos desafios. Você deve ser ativo e não reativo ao novo.

4.      Permita-se errar

Erre e assuma os riscos. Todas novas ações estarão sujeitas ao erro. Nenhum profissional faz o novo sem errar. O erro é um importante degrau na escada da inovação. Não existe aprendizado sem experiência.  Mas não confunda o erro com o fracasso e a tomada de risco com negligência.

Para crescer vamos errar. Entendido isto, erre rápido – e de preferência, barato. Esteja no controle em relação às consequências que um erro pode causar. Encontre um equilíbrio saudável entre o nível de risco com a sua equipe. Combinar o jogo previamente é o segredo.

5.      Tenha postura de dono

Existem dois tipos de pessoas: as que reclamam e as que resolvem. A Nova Economia espera que você seja o segundo tipo. A postura de dono nada mais é do que ter os funcionários reproduzindo as ações de liderança da empresa.

Assuma os problemas para você. Empondere-se para ir além do alinhamento da empresa. Por isso, é importante permitir-se errar com responsabilidade.

6.      Viva bem no desconforto

Segurança é coisa do passado. Com tantas mudanças acontecendo viver no desconforto é estar na frente. Vai doer, mas não existe evolução sem dor. Um Profissional do Futuro não pode estar na zona de conforto e conviver bem com essa realidade.

A Evolução Exponencial acontecerá fora desta zona. Outra provocação do Mude ou Morra sintetiza bem o viver no desconforto:

“a Nova Economia não vai dar trégua aos acomodados. É por isso que o termo “resiliência” ganhou tanta importância nos últimos anos. Resiliência, na nossa visão, é a capacidade que uma pessoa tem de aguentar o tranco”.

7.      Foco e obsessão

Não deixe se desviar do seu foco e perder oportunidades. Escolher 3 ou 4 coisas e faça bem feito. O pulo do gato está na capacidade de executar as ideias com foco e determinação. O foco é decisivo para definir quem são os realizadores e quem são as pessoas que só têm com grandes planos.

Você já conhecia os 7 princípios da Evolução Exponencial? Adotou algum deles para entrar na Nova Economia? Conta pra gente! E faça o download do nosso ebook sobre os 7 princípios para você e sua empresa evoluírem exponencialmente.

O protagonismo da gestão de pessoas no mundo digital

Na Era digital, a tecnologia permite cada vez mais a agilização e automação de processos

O tempo em que o foco das empresas estava em crescer a produtividade e reduzir os custos olhando basicamente para tecnologia e automação de seus processos internos passou, hoje tudo é automatizado, porém vivemos um momento no qual tudo pode ser copiado com facilidade e rapidez e isso afeta definitivamente a vantagem competitiva e traz para o protagonismo “o como fazer” e não mais “o que fazer”.

Na Era digital, a tecnologia permite cada vez mais a agilização e automação de processos, apesar disso ter exigido maior capacitação dos profissionais, sabemos que as competências técnicas são facilmente alcançadas, isso coloca em destaque os chamados soft skills, ou seja, as habilidades mentais, emocionais e sociais que as pessoas desenvolvem ao longo de suas experiências.

Essas competências comportamentais norteiam as atitudes através das quais as pessoas viabilizam suas entregas e agregam valor para a companhia, levando em consideração a forma como acontece as relações interpessoais, criatividade, colaboratividade, inteligência emocional, processo de tomada de decisão, flexibilidade, riscos e até a forma como administram os erros, ou seja, “o como fazer” é o grande diferencial, justamente porque estamos falando de questões particulares geradas pelo aprendizado individual, portanto, mais difíceis de serem reproduzidas pela concorrência.

Nunca foi tão importante fazer uso absoluto das potencialidades humanas como diferencial no mercado, a empresa que consegue entender isso e, fazer uma boa gestão de pessoas, além de canalizar, direcionar e evoluir as características pessoais e valores de seus profissionais, desenvolve uma forma única de experiência para o mercado, elas sairão na frente nessa corrida tão acirrada dos negócios, no entanto, por que a gestão de pessoas é um tema tão desafiador?

Segundo Bergamini e Tassinari, muitos são os executivos que têm dificuldade com problemas humanos no ambiente de trabalho. Normalmente admitem que os problemas técnicos são fáceis de serem solucionados, mas que dificilmente deixam um dia de trabalho com a certeza de que resolveram todos os problemas relacionados às pessoas, esse é o fator de maior preocupação. Existem diversas questões que podem ser individuais ou organizacionais que afetam significativamente o desenvolvimento e a potencialização de conflitos entre as pessoas no ambiente corporativo, tornando o ambiente negativo do ponto de vista emocional e prejudicando a produtividade.

Ao passo que os aspectos comportamentais estão em evidência, as empresas precisam propiciar um ambiente que permita a expressão autêntica dessas competências e com isso atinjam o máximo potencial através das pessoas. Quando as empresas não investem esforços para minimizar fatores geradores de conflitos e não conseguem garantir a sinergia no time de profissionais, entendendo e gerindo as diferenças e aspirações individuais, a maioria das pessoas é afetada, ficam desmotivadas, perdem autoestima, deixam de evoluir e consequentemente impactam os resultados.

O ponto de partida é compreender a cultura da empresa, conhecer a essência e trabalhar com pessoas alinhadas com ela e que tenham o DNA que levará a companhia a realizar seu propósito. Somente a criação de times sinérgicos do ponto de vista das competências comportamentais garantem alta performance. Saber que na era digital a tecnologia é o meio de atingir eficiência, mas que o grande diferencial competitivo está em construir uma estratégia que dá protagonismo para as pessoas, permitirá criar e evoluir times coesos, com a potencialização das forças individuais trabalhadas de maneira colaborativa e complementar, essa é a melhor receita para contornar os desafios competitivos e ter um negócio bem sucedido.

Artigo publicado originalmente no Mundo RH.