9 insights aprendidos com Tatyane Luncah, empreendedora que Faz Chover no ‘Figital’

Tatyane Luncah, empresária, empreendedora, escritora, palestrante, mentora e CEO da agência Grupo Projeto Figital há 19 anos, foi a convidada da Live #FazChover dessa semana. Confira os 9 insights completos desse bate-papo da Tatyane com a Priscilla Erthal:

1. Muitas mulheres têm dores na hora da gestão

A Tatyane começou a trabalhar com 11 anos e abriu sua agência aos 21. Ela conta que sempre foi muito executora. Já teve 10 empresas e hoje tem 4. Com a bolha imobiliária ela contraiu uma dívida milionária. A principal dor dela foi na gestão. Ela sempre teve qualidade técnica para empreender, mas na ‘hora h’, que acontecia algo que não estava no planejamento, ela ficava desestabilizada. Para melhorar isso, ela foi estudar autoconhecimento e gestão e hoje auxilia pessoas nessas dores, principalmente as mulheres, que sabem fazer, mas ainda têm muitas dores nesse assunto.

2. Precisamos empoderar mulheres para ter mulheres mais ativas

Ela trabalha na missão de mostrar um empreendedorismo descomplicado para mulheres de alta performance. Seu curso de gestão lucrativa com aulas de apenas 8 minutos. Para ela, esses ensinamentos devem ser passados de forma ágil e focar na produtividade. Também, é necessário acabar com as crenças que julgamos serem normais, como a crença em relação a ganhar dinheiro, para buscarmos de fato os resultados. Cada mulher precisa de pelo meno 5 amigas que comprem e indiquem seus produtos, isso é sororidade

3. Toda empresária tem que ser inconformada

O único lugar quentinho que existe no mundo é o útero da mãe. E o fazer diferente é um comando mental que deve ser exercitado. O conhecimento gera poder e clareza.

4. O mundo mudou e não vai mais voltar

É hora de se conectar com aquela vontade de quando você começou seu negócio. Na quarentena, a Tatyane passou a organizar lives para seus clientes corporativos, produziu kits para os clientes dos clientes e criou 5 novos produtos. Quem é antenado está vendo que a coisa mudou e que não adianta chorar. Tudo na vida é uma decisão. Se você decidir que a sua empresa vai passar por essa crise com uma história bonita de resultados pra contar, você vai. 

5. Inteligência emocional é diferente de motivação

Ela é um skill. É pegar algo negativo e virar para o positivo. A Tatyane trabalha com a inteligência emocional e sempre pede para suas alunas jogarem toda raiva, tristeza,  e inércia para o lado positivo da ação. Se você tiver com medo vai lá com medo mesmo. A Inteligência emocional traz clareza e as coisas passam a não te afetar mais. 

6. Falar não é questão de empoderamento

Empoderamento nada mais é que pegar um poder que é seu. O “NÃO” é algo poderoso. Precisamos falar mais não do que sim, porque se falou tem que cumprir. Falar um sim e depois trocar para um não pode desencadear uma situação chata.

7. Não acredite em um marketing só físico ou digital

O nome figital da sua agência veio da união de físico e digital. Se a sua empresa não está na palma da sua mão você está perdendo negócio. E se você também não tiver um carinho e humanização com os clientes também está perdendo negócio. A experiência muitas vezes, como nessa pandemia, é só digital, mas você precisa pensar em maneiras de como o seu produto pode ser humanizado. Os dois últimos anos do SXSW, o maior evento de inovação do mundo, tiveram grande foco na relação com as pessoas. Esse é o caminho.

8. Ser inovador é pensar em como fazer mais

Fazer algo memorável vai tocar o coração de pessoas e ajudá-las de alguma forma. As pessoas não querem mais comprar de marcas, querem comprar de pessoas. A sociedade está cada vez mais preocupada não no que você vende, mas o porquê você faz isso que você faz. Nunca foi tão bom ser consumidor. Temos tudo a nossa volta: delivery, entregas facilitadas etc.

9. Nunca foi tão fácil ser empreendedor

Hoje, você faz o MVP, coloca no digital, testa e aí você monta seu negócio. Antes, você precisava de uma super estrutura e espaço físico. Não dá para viver essa nova era com a metodologia do século passado. Você tem que usar o digital, as ferramentas e algo que a máquina não tem: a intuição. Quando mais ela é for utilizada, mais ela ficará aguçada. Tudo na vida é hábito.

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Se você perdeu a live com a Taty Luncah, clique aque assista no nosso Instagram. E não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Aproveite para seguir a gente por lá e até a próxima!

5 insights aprendidos com o líder corajoso Rodolfo Reis

Ontem foi a vez de Roni Cunha Bueno entrevistar o  7º convidado da Live Líderes Corajosos: Rodolfo Reis. Ele é fundador da Leiturinha, maior clube de assinatura da América Latina, sócio da Play Kids, líder global em conteúdo infantil (Grupo Movile); co-fundador da WeClever, plataforma de vendas humanizadas; CMO da Tech.fit, maior plataforma de saúde e bem-estar do Brasil; e sócio da Organica 10.4.3, fundo VC de startups em estágio inicial da Organica.

Confira a seguir 5 insights do bate-papo com este líder corajoso que está vivendo no palco da Nova Economia!

1. Sempre saia com algum aprendizado

A Leiturinha foi o oitavo negócio do Rodolfo e todos praticamente quebraram. Mas empreendedor não pára nunca, e a cada insucesso ele saiu com aprendizados que o tornava um empreendedor melhor. Sua filha nasceu e ele sempre lia para ela. Foi aí que pensou que aquilo poderia ser um negócio e criou a Leiturinha, o maior clube de assinatura da América Latina. Dois anos depois ela foi vendida pra Movile. E em mais dois anos ele se tornou sócio da PlayKids.

2. Entregue algo que mude a vida de outra pessoa

Mais do que nunca é preciso impactar pessoas. Se for só algo bonitinho não vai fazer a diferença para ninguém. A Leiturinha faz sucesso pelo seu lado humano, que mexe com o sentimento de toda a família. É preciso ver também como você vai envelopar isso. Comunicação agradável (inclusive visual), carinho e aquele momento uau de receber a Leiturinha fazem a magia acontecer. 

3. Pessoas querem comprar coisas de pessoas

A humanização faz toda a diferença na compra. Rodolfo se desafiou e saiu da operação do desafio gigante que era a PlayKids. Ele se tornou sócio da Organica 10.4.3,  fundo VC de startups em estágio inicial da Organica; se tornou executivo na Tech.fit, maior plataforma de saúde e bem-estar do Brasil, pois queria viver a experiência de trabalhar em uma empresa que não era o fundador; e montou há 5 meses a WeClever, plataforma que ajuda empresas a ter um atendimento humanizado. A plataforma está em crescimento exponencial crescendo ¨60% ao mês. Todo o atendimento da Leiturinha serviu de inspiração para a sua nova empresa.

4. Cercar-se de pessoas boas faz a diferença 

Para Rodolfo, a liderança corajosa não é ausência de medo, pelo contrário. Viver na coragem é viver na vulnerabilidade. É necessário ter disciplina de dar o próximo passo, dosar a energia nas relações com o time, ter ambição para querer crescer, iniciativa para saber se mexer, não deixar o medo te controlar e saber se adaptar aos novos cenários com criatividade. Assim, o líder corajoso vai estar acolhendo as pessoas. Para ele, também é importante prestar atenção no momento e no papel de cada sócio para não criar expectativas desalinhadas.

5. Esteja hoje melhor que lá atrás

Nossa trajetória enquanto profissionais é uma verdadeira jornada. Por isso, é imprescindível ser acolhedor. As marcas devem estar cada vez  mais próximas das pessoas. Os clientes esperam isso.

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. E não perca as Lives com Líderes Corajosos todas as quintas-feiras às 18:00 no Instagram da Organica. Para assistir a Live com o Rodolfo Reis é só clicar aqui. Até a próxima!

4 insights aprendidos com Eduardo Schuler, empreendedor que Faz Chover

Eduardo Schuler foi o convidado da Priscilla Erthal na Live #FazChover dessa semana. Ele é empreendedor e atua na área de marketing e vendas há 17 anos. Edu criou a SMART, como uma das formas de colocar em prática seu conhecimento e sua experiência, ajudando outros empresários a crescer. Hoje, a empresa já atua em todo o Brasil focada no segmento de Moda.

Confira a seguir os 4 principais insights do bate-papo com esse empreendedor que tanto faz chover nos negócios:

1. É preciso saber se adaptar de acordo com a plataforma

O Edu nunca tinha pensado em fazer palestras online. Mas logo no início da quarentena conseguiu reunir 400 pessoas de 6 estados diferentes em um mesmo momento. Ele preencheu aquele espaço que estava vazio e enxergou as palestras online como uma oportunidade de negócio durante o período. As pessoas se sentiram prestigiadas naquele maior momento de medo. Como dizemos por aqui: Champion x Challenger. Desafio seu modelo campeão!

2. Sempre busque novas experiências que te fazem evoluir

Veja aquilo que já se esgotou e vá para um novo ciclo. O Edu é do interior do Rio Grande do Sul, morou em Londres, visitou todas as capitais brasileiras, mudou-se para Recife – onde iniciou o trabalho da Smart – se mudou no meio da pandemia e agora está morando em Santa Catarina. Ele fez parte de toda a posição da indústria ao consumidor. Conforme foi vendo que poderiam surgir oportunidades ele foi atrás. 

3. Não tem como ficar fora do digital

Nosso cenário deu mais força para a Transformação digital. Muitas pessoas ainda estavam fechadas para isso e pensavam que em “time que está ganhando não se mexe”. Com o COVID, elas ficaram limitados no início e precisaram começar a se abrir. Elas realmente transformaram seus negócios e estão conquistando bons resultados. Todo o aprendizado não vai fazê-las voltar atrás. Quando tudo voltar ao normal, elas vão agregar os ensinamentos com o que já tinham antes. Essas pessoas estão abrindo os olho para o novo mundo, permitindo-se criar coisas novas e revendo suas prioridades Todo mundo entendeu que tudo está mudando. Os processos são muito rápidos. Nós nunca precisamos ser tão adaptáveis. No digital não há limites. A gente consegue alcançar pessoas que a gente nem imagina.

4. Um bom conteúdo faz as pessoas engajarem

Bons conteúdo têm curtidas, compartilhamentos geram identificação da audiência. Mas o conteúdo precisa ter consistência. Para isso, é preciso disciplina. Se não, a audiência deixa de lado. O criador de conteúdo também precisa analisar os dados e criar as métricas que fazem sentido para ele. A dificuldade das pessoas de serem vulneráveis é que as bloqueiam de começar a divulgar conteúdo na internet. Quebrado esse medo interno, o influenciador vai produzindo, se aprimorando e se acostumando a fazer as postagens. Não se esqueça: o óbvio precisa ser dito, Entenda quem é seu público e fale aquilo que ele precisa ouvir.

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Perdeu a live com O Eduardo Schuler? Clique aqui e assista no nosso Instagram. Não perca nossas Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Aproveite para seguir a gente por lá e até mais!

6 insights aprendidos com a líder corajosa Paula Paschoal

Paula Paschoal está no PayPal desde o início das operações da companhia no País, em 2010, e, desde julho de 2017, é diretora sênior do PayPal Brasil.⠀Paula foi uma das entrevistadas da Live #LíderesCorajosos e respondeu perguntas ousadas de Roni Cunha Bueno. Para a líder, os momentos mais difíceis é onde a gente mais cresce. “Surgem os desafios, a gente assume os riscos, aprende e cresce.”

Confira a seguir 6 insights do bate-papo com esta líder corajosa que está vivendo no palco dessa gigante empresa de pagamento online global!

1. Desafie seu modelo campeão

Ela está desde 2010 no Paypal e enxerga um aprendizado importante em cada etapa. Não se sente no mesmo lugar ao longo desses 10 anos. Champion x Chalenger representa um dos grandes segredos do sucesso. É preciso criar um modelo, ir ao limite, desafiá-lo, quebrá-lo e criar outro melhor. Paula sabe bem como se reinventar. Para ela, o que nos trouxe até aqui não vai levar mais em outro lugar. 

2. Delegar é tão importante do que saber fazer

Às vezes saber delegar se torna ainda mais importante. Enxergue o mundo sob outra ótica. Paula acredita que ser mãe a tornou uma executiva melhor. 

3. Na prática a vida é outra

Quanto mais Paula mostrava vulnerabilidade mais os resultados foram sendo outros. Ela tem o mesmo time há anos. Os executivos precisam se abrir para o feedback e saber pedir ajuda. O trabalho se torna melhor com colaboração, inclusão e cuidado com os funcionários. A empresa a ajudou a crescer ao longo desses anos e isso precisa ser feito com todos. Ela não sabe tudo e sempre conta com pessoas do seu lado. Sair da armadura e mostrar a vulnerabilidade é sem dúvidas uma atitude de uma líder corajosa. 

4. Invista nos seus relacionamentos

Tenha uma agenda com os aniversários, por exemplo. Na hora do aperto, a ajuda dos colaboradores é a única alternativa de acolhimento. A vida é tão mais fácil quando a gente admite que não sabe tudo e pede ajuda. Antes, ela ficava se matando por não saber fazer alguma coisa. É fundamental manter as pessoas que se sintam empreendendo dentro da corporação. Para manter o seu time forte, a Paula busca pessoas que acreditam nos mesmos valores e tenham o mesmo propósito para o time. Dor de dono é vestir a camisa com paixão.

5. Mentorar mulheres dá trabalho porque precisamos educar todos os homens

Ainda temos poucos exemplos de mulheres na liderança de empresa, mas esses exemplos se arrastam. Enquanto não houver igualdade esse é um assunto que deve ser falado e enfrentado. A projeção é que apenas em 2092 teremos igualdade entre homens e mulheres. Precisamos acelerar isso. Quebrar síndrome do impostor, enxergar cada vez mais uma pequena soma e investir na diversidade.

6. A pandemia está acelerando a transformação digital

Empresas que tinham alguma resistência à digitalização hoje estão descobrindo um mundo de oportunidades. O Paypal nunca viveu um período tão positivo. Em maio, a empresa vendeu mais que na Black Friday e Natal. As compras online são mais simples e as pessoas estão tendo boas experiências. Ninguém volta atrás em um hábito antigo. O momento é desafiador e exige cautela, mas existe oportunidade na crise.

7. Reflita sobre o novo normal daqui pra frente 

Esse é o momento de transformação da sociedade. Ela tem tudo para ser mais igual do ponto de vista econômico, com mais acesso aos serviços financeiros. Repense no que mudou para sair melhor, mais forte e com mais consciência depois da pandemia. Repense o que realmente é essencial para você.

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Você pode assistir a live com a Paula Paschoal clicando aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até mais!

5 insights aprendidos com Mari Dias, CEO que Faz Chover na Gupy

A convidada da Live #FazChover dessa semana foi a Mari Dias, CEO e uma das fundadoras da Gupy. A startup nasceu em 2015 a partir da experiência de Mariana como funcionária da gigante de bebidas Ambev. 

A Gupy usa inteligência artificial para selecionar os melhores candidatos e literalmente fez chover nessa crise levantando um aporte de R$ 40 milhões para expandir sua atuação. Nem começou o investimento que a Gupy e eles já estão no melhor trimestre. Confira a seguir os 5 principais insights do bate-papo da Priscilla Erthal com a Mari Dias!

1. O inconformismo é fundamental para o sucesso

Além da sua já tradicional entrega tradicional em recrutamento, a Gupy foi muito rápida em se reinventar no momento em que começou a crise e criou muitas iniciativas para ajudar seus clientes. Os colaboradores não ficaram parados pensando que era um “momento do mercado” e desse modo eles colheram muitos resultados positivos, como por exemplo um churn baixíssimo e o fechamento do melhor trimestre da história da Gupy.

2. É preciso construir com bom relacionamento com investidor

A crise exigiu que a Gupy se reinventasse em todos os sentidos, inclusive no relacionamento com os investidores. A Mari teve muitos diálogos antes de fecharem o aporte e em um momento virou para os possíveis investidores: “eu sei que você tá com medo, mas deixa eu te contar o que a gente tá fazendo.” Ela acredita que é preciso refazer a forma de relacionamento com esses investidores. A coragem está na vulnerabilidade!

3. Uma cultura forte é fundamental para o crescimento

A consistência e o exemplo fazem a cultura ficar forte. Para Mari, o sócio é a pessoa que você vai ver mais que sua própria família e é preciso ter esse match. A cultura é tão importante na Gupy por eles terem que tomar decisões muito rápido, e só com essa agilidade e raça que eles conseguem driblar as adversidades. Se não houver isso, cada um vai pra um lado e nós precisamos de uma unidade na ação de cada funcionário. A cultura é tão importante que eles utilizam inclusive para a promoção de colaboradores e avaliações de desempenho, por exemplo. 

4. Comunicação e transparência foram as chaves para a Gupy na pandemia

No início da quarentena, a Mari chamou todo o time e já abriu que não sabia se as ações dariam certo dali em diante, mas que a equipe precisaria se reinventar para atingir resultados e não precisar haver nenhuma demissão. 

Fazendo isso logo no inicio e deixando claro para todos onde eles precisavam chegar para não ter que encarar medidas dolorosas todo o time se comprometeu e uniu esforços pelo bem comum da empresa. O nível de engajamento da equipe é outro quando ela sabe do problema.

5. Saiba reconhecer o crescimento, mas entenda que o negócio não está ganho

A Gupy nasceu com o propósito de oferecer soluções para pessoas e empresas através de processos mais justos, ágeis e encantadores. Mas a CEO reconhece que eles só estão no começo e muita coisa ainda está por vir. Hoje são 150 pessoas no time e eles vão passar de 200 em breve, que ficarão em home office até dezembro. E em agosto, eles vão fazer um mega evento gratuito para 40 mil pessoas e vão divulgar um novo serviço. Seu maior medo é de perder toda a cultura construída. Mas ela encara o medo como motivador para se reinventar. 

Como dizem na Gupy: Vamos pra cima! Bora pra estratosfera!

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Se você perdeu a live com a Mari Dias, clique aqui e assista no nosso Instagram. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Aproveite para seguir a gente por lá e até a próxima!

14 insights aprendidos com Alfredo Soares, líder corajoso à frente da vice-presidência institucional da VTEX

Ontem, 05 de junho, tivemos  mais uma Live Líderes Corajosos em nosso Instagram e dessa vez o Roni Cunha Bueno fez uma entrevista sem pauta combinada e com perguntas ousadas com o Alfredo Soares, vice-presidente institucional da VTEX. Ele fez mais de 100 entrevistas por meio de lives nessa quarentena e ontem foi o dia dele ser o entrevistado.

O empreendedor é fundador da XTECH COMMERCE, que em três anos, negociou R$ 547 milhões em vendas e foi comprada pela VTEX em 2017.São mais de dez anos de trajetória profissional, transformando-se em um dos principais especialistas em vendas e e-commerce do Brasil. Hoje, ele é sócio da VTEX, a maior plataforma de e-commerce da América Latina, com presença global em mais de 35 países, onde atua como VP Institucional. Alfredo também autor do livro “Bora Vender”, obra que está sempre na lista de mais vendidos no segmento de vendas. 

Alfredo escreveu seu segundo livro na quarentena com base nas lives nesse período. Para ele, o livro é uma gaveta do momento e uma forma de esvaziar o cérebro. 

Foram 1h30 de live e muuuuuitos insights. Confira a seguir 14 inspirações do bate-papo com esse líder corajoso!

1. A grande fonte de inspiração está no óbvio

As grandes ideias são um conjunto de coisas óbvias e simples. Seja em um filme ou em uma feira de rua. 

2. Cada um tem sua forma de aprender

O inglês não é o forte do Alfredo, mas ele faz inúmeras viagens, participa de diversas palestras e vai absorvendo tudo como pode. 

3. As pessoas querem ser ouvidas

Alfredo diz não aceitar mais fazer palestras. Ele quer responder perguntas e discutir com as pessoas. Por isso, acredita mais nos painéis.

4. Use seu time e seu clientes como fonte

É preciso ser feita uma descentralização para daí então efetuar a criação de conteúdo. Reflita como os feirantes fazem: eles te convidam para conhecer seus produtos, te dão uma amostra e ainda que você não compre pode ir propagando aquela ação. 

5. Para mudar o presente a gente precisa visitar o passado

O futuro está no passado, naquilo que é legítimo e natural. Dê atenção à forma que você chama atenção na hora. É preciso fazer uma clusterização para um atendimento que realmente funcione. Daí então é possível fazer a diferença. Afinal, o futuro é hipotético.

6. É preciso ter a habilidade de ser pragmático em um mundo tão poluído

E então achar a grande fonte de aprendizagem. O erro deve ser encarado como tentativa. 

7. Sempre que ele tenta algo que vá contra a sua intuição vira uma cagada

O Alfredo é intenso em tudo que faz e sempre busca dar ouvidos a sua intuição, o que também evita brigas desnecessárias.

8. O líder deve liderar com a intuição aliada aos dados

O engajamentos das pessoas não é o mesmo quando a gestão é feita só na base dos dados. A intuição é a experiência conectada com as crenças na projeção de algo maior. Ela é o pensamento mais genuíno das coisas. 

9. As âncoras das novas gerações são os impactos que elas vão criar

Alfredo não quer inspirar, quer impactar. Ele acredita que só nós mesmos podemos nos inspirar.

10. A maior fonte de energia é o medo 

O instinto de sobrevivência faz a gente sentir nossa força e o autoconhecimento nos ajuda a lidar com o medo.

11. A segunda fonte de energia é a auto-estima

Aí vem a máxima: uma imagem vale mais do que mil palavras. Não é a auto-estima de receber elogio dos outros. É a de conseguir se encarar e criar suas próprias fontes de energia para conseguir ser sua melhor versão. Crie suas próprias fontes de energia se conhecendo.

12. O propósito e o legado podem ser adaptados

O que não mudam são os nossos princípios. Alfredo trocou seu propósito na live: ele quer simplificar, tangibilizar as coisas e conectar vários óbvios. Para isso, é necessário criar o momento para ser sua melhor versão e conseguir tornar o óbvio acessível para as pessoas conseguirem acessar. 

13. A jornada é o maior tesão

Precisamos parar de buscar as respostas no futuro e sentar no banquinho, olhar para o passado, aprender de novo e olhar para o futuro. Pense grande! Temos a capacidade de ressurgir várias vezes. Crie seu caos, ative seu medo e ressurja cada vez mais esclarecido.

14. Planejamento demais pode te afastar do acaso

Então, cuidado para não ficar planejando muito e deixar de viver as coisas que vão simplesmente acontecendo, que nos dão mais tesão e geram mais resultado no final.


Espero que tenha gostado dos insights, porque essa live foi foda. Você pode assistir as duas partes clicando aqui e aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até mais!

Por que ainda é tão difícil bons processos de feedback nas startups?

Alguns dias atrás fizemos um treinamento de feedback para o time de líderes da Rebel e, apesar de ser um tema conhecido por muitos, ele ainda é efetivo em poucas empresas. Compartilhamos abaixo os principais pontos de aprendizado que tivemos. Continue a leitura e confira!

O feedback tem dois aspectos a se considerar: é a melhor ferramenta de gestão que um líder pode ter, mas também é uma conversa difícil, ou seja, envolve temas sensíveis que desafiam nossa inteligência emocional.  Não importa seu ramo de atuação, pessoas ainda são pessoas e é preciso conhecer os fatores que as impactam no trabalho. 

Para além do conteúdo a ser levado no feedback é importante ter um preparo para identificar as necessidades e emoções da pessoa. Então, como fazer?

Um bom feedback é focado tanto em pontos positivos, quanto em pontos a melhorar. Por isso o líder precisa se preparar para o feedback. E na hora de se preparar foque nesses três aspectos:

1 – Feedback é sobre fatos

É importante recuperar situações específicas sobre a atuação que se deseja ou reforçar ou corrigir. Use o combo momento + comportamento + impacto. Em outras palavras: qual a situação + como a pessoa se comportou + qual a consequência desse comportamento. Assim, você terá clareza e ampliará a possibilidade de mudança ou de reforço do que a pessoa deve continuar fazendo.

2 – O objetivo do Feedback é crescimento

Quando o feedback é visto como uma avaliação ele gera medo e ansiedade. Então, é muito importante que se crie uma cultura de feedback enquanto ferramenta de desenvolvimento. Assim, as pessoas ficam mais abertas a ouvirem e efetivamente verem valor no que é dito.

3 – Seja curioso

Feedback é uma conversa. Seja empático e seja genuinamente curioso sobre as causas que a pessoa apresenta para certos comportamentos. Ao ouvir, você gera maior conexão e aumenta sua percepção do outro.

Ah! e atenção: Não vale dizer que sua dinâmica de feedback com a equipe é incrível se sua empresa não tem um processo estruturado e unificado. Conversas e trocas NÃO são feedbacks! Elas ajudam no meio do caminho, para que os colaboradores tenham alguns indícios de como estão sendo percebidos, mas é necessário rituais consolidados para que haja um acompanhamento concreto da evolução.

E você, o que acha do processo de feedback da sua empresa? Divida aqui com a gente iniciativas legais ou suas dúvidas em como melhorar. Até mais!