Solidão e Evolução: como os Founders podem ser o fator limitante para o crescimento da empresa

Você sabe o que pode ser mais triste em uma startup de sucesso?

Estou na nova economia desde junho de 2007, quando pivotei minha carreira e fui trabalhar na ainda startup Netshoes. Foram 5 anos como líder de startup e mais de 5 na frente da Organica, assessorando outras 70 a crescer. 

Nestes 12 anos de muita emoção já vi de tudo. Muita alegria, muita frustração e como digo sempre para as minhas filhas: tudo tem dois lados. E neste texto vou tratar do outro lado da moeda do sucesso de uma startup.

Toda startup inicia muito parecida, como se vê nos filmes: um grupo de de 3 a 5 malucos resolvem mudar alguma coisa no mercado ou no mundo. Muito juntos, apanham, sofrem, choram, vendem a TV da sala de reunião (real), vendem o carro (real), entram no cheque especial (real), pegam dinheiro emprestado com o pai (real), quebram a cara abrindo novas frentes (real), compram centro de distribuição,  mas só usam 1/18 dele (real). Tudo isso não dói como o que vou relatar mais a frente, isso tudo são dores e erros que fazem parte da aventura, da emoção e do risco do negócio.

O maior risco vem logo depois, quando o negócio realmente dá certo, entra em rota exponencial e aí coloca uma guilhotina invisível na cabeça dos empreendedores. Pessoas experientes deste mercado não dão o chacoalhão correto nos novos, e estes novos líderes empolgados com seu sucesso e sentido as dores do crescimento, não tem tempo para nada, muito menos para eles mesmos. 

Esse risco é o desafio sobre humano destes 3 a 5 malucos crescerem na velocidade do negócio. Com o passar do tempo cada um assume um desafio, eles já não estão mais juntos como antes, o desenvolvimento pessoal como líder e gestor é algo que fica em segundo plano. É como se um olhasse para o outro e dissesse “se vira aí cara, dê conta desta situação”.

Nesta hora começa a acontecer o primeiro momento extremamente doloroso, o desligamento de um dos malucos. Posso dizer pela I.R.E. (Instituto Roni de Estatística) que 1 a cada 3 param pelo caminho. É muito, é muito doloroso e custoso, pois envolve uma relação emotiva muito forte, pois possivelmente esse maluco tem uma participação societária na empresa, pois essa pessoa tem relações com muita gente dentro e fora do negócio. Não é nada fácil, pelo contrário é algo muito duro e é o ápice da dor do crescimento.  

Já vi empresas pararem neste momento, quando existem dois sócios, um vai e outro fica, os dois têm participação semelhantes, os dois tem capital político parecidos, mas um está atrasando o negócio, segurando e não dando mais conta de crescer exponencialmente. 

Conversando com líderes exponenciais de sucesso, para 100% deles, o momento mais doloroso de suas trajetórias foi quando tiveram que demitir um founder, um sócio, uma pessoa que foi chave e fundamental no início do negócio. Alguém que ele ama, mas ele tem que tomar essa atitude duríssima de desligá-lo. Todos, até os mais durões contam com lágrimas nos olhos. 

Não vou dizer nomes para preservar meus amigos, mas confiem em mim, são histórias reais. 

Na startup A tinha 4 malucos. Depois de 5 anos de muito sucesso, tiveram que desfazer. Um foi morar fora do país, outro foi se reinventar e dois continuaram.

Na startup B, seu CEO era muito apegado a um dos seus líderes, era como sua fada madrinha, e a relação foi muito boa enquanto tinham poucos funcionários, mas quando o negócio chegou a 55 funcionários ele teve que demiti-la. 

Na Startup C eram 3 malucos. No interior, lutaram juntos, foram investidos, cresceram loucamente, são uma das maiores referências do país. Hoje, só o CEO está lá, um foi desligado há dois anos e outro saiu recentemente. 

São muitas histórias, todas muito duras, pois envolvem muito amor e carinho versus a necessidade de transformação e crescimento.

Mas tem uma situação mais dolorosa ainda. Em geral, dos 3 a 5 malucos um assume a liderança da empresa, o CEO, ou foi o visionário, o primeiro líder, ou quando escolheram dentre os malucos, o mais estruturado entre eles. 

E quando o cara, o CEO, o grande Founder, o herói, o mestre, a pessoa mais admirada para? Quando ele é o principal fator de limitação do crescimento? E por mais que ele se analise, não consegue sair da sua própria sinuca. Está ilhado, isolado, está SOLITÁRIO, até porque, em geral, ele perdeu seus melhores companheiros e amigos pelo caminho do crescimento acelerado.

Nesta situação existe algo que torna ainda mais tenso o momento quando existem investidores e board members, pois, em geral, o investidor não é psicólogo, ele não quer refletir sobre a questão humana em cheque. Ele quer solução e o que eu vejo sim ou sim nesta situação é o pedido da substituição do líder. 

Ai! Isso é extremamente doloroso. 

A startup é a vida, a alma, seu passado, seu presente e seu futuro. Como assim? O que vou dizer aos meus colaboradores? O que vou dizer lá em casa? O  que vou fazer se não acordar todos os dias do ano para vir trabalhar na minha startup?

Sabemos dessa dor e não queremos que ela se repita. Trabalharemos forte para mitigá-la.

Seja na Organica como parceira destes malucos, para tirar suas solidões e contar conosco para o que precisassem, para juntos acelerarmos pessoas e empresas. Pessoas antes das empresas, sempre, em tudo desde o nosso processo de aceleração até às mentorias, damos resultado, pois sempre realizamos através das pessoas, empoderando e fazendo com que elas cresçam juntas.

Recentemente aqui na Organica criamos a Venture Builder 10x4x3, na qual nosso propósito é acelerar o empreendedor de primeiro ciclo a crescer cento e vinte vezes em três anos. Dez vezes no primeiro ano, quatro vezes no segundo e três vezes no terceiro. Já estamos com 4 investidas, e próximos a quinta, com seus 8 a 9 malucos. 

Aí veio a preocupação, sabemos da dor da Solidão e da Evolução, pois todos os sócios da Organica forma um dia ex-empreendedores exponenciais, sabem na pele, na real que existe este risco e dor. 

Juntos tomamos uma decisão. Resolvemos encarar o problema de frente. Montamos um MasterMind. Batizamos de MasterMind 10X, para que em um ano a gente acelere os founders 10x! Os nossos malucos da Upnid, Feedz, Predify, 100Foods, já estão inscritos e vão ser acelerados.

Audacioso, muito audacioso.

É pretensioso assumir o desejo de acelerar 10x uma pessoa em um ano? SIM! É certeza do resultado? NÃO, mas somos corajosos o suficiente para lidar com esta vulnerabilidade. Confiamos no Treck Record dos ex-líderes exponenciais que toparam essa maluquice: eu, CEO e co-fundador da Organica; Rodrigo Batista, fundador do Mercado Bitcoin; Priscilla Erthal, co-fundadora da Organica; Rodolfo Reis, fundador da Leiturinha; Guilherme Martins, presidente da Play Kids; Renato Mendes, co-fundador da Organica; Luciane Aquino, sócia da Organica; e Paula Nader, co-fundadora da Grow.

Se você é como esses malucos e resolveu ser founder de startup ou conhece um, inscreva-se aqui, nos convença que você precisa e merece fazer parte deste grupo. Mas só venha se realmente tiver vontade de evoluir e entender que isso é fator de sucesso ou insucesso da sua vida como startupeiro.

Temos muita consciência do problema, pois muitos de nós inclusive encaram este fato de frente, estamos dando o primeiro passo para tirar a solidão e alavancar o crescimento de founder de startup. 

Vamos dividir com vocês as vitórias e fracassos desta nova jornada

#vamosacelerarjuntos

2 dias de Coragem

Coragem, ação que vem do coração. Movidos por essa máxima, fizemos nosso Master de Aceleração Interna. Quem conhece a Organica sabe que temos 3 grandes ritos culturais: o que Olhar para fora – fomos em 15 Organicos para o SXSW em março; o de olhar para dentro – fizemos um Master de Aceleração Interna em agosto, junto com o Aprender Alguma Coisa Nova – fizemos o Wild Wild Organica em dezembro, com 3 dias de 32 horas de meditação.

Nos dedicamos muito em fazer da Organica o melhor lugar por onde já trabalhamos, e assim criamos para o Master de Aceleração Interna o Coragem, para justamente catalisar e acelerar todos os Organicos, convidando-os para Viver no Desconforto do Protagonismo, a encararem seus medos, assumirem uma posição de lideres no campo onde o jogo é jogado e nunca mais voltar à arquibancada.

Sabemos o quanto é doloroso ser um Organico, um protagonista no campo dos negócios da Nova Economia, de assumir o papel de líder da transformação digital em empresas grandes e tradicionais, de assumir a vulnerabilidade quando quem esta te contratando é a startup de maior sucesso no mercado, ou mesmo quando tudo é nebuloso e incerto, e o medo do fracasso ronda na mente de todos que te olham como o salvador.

Foram 2 dias de muita entrega do time, no qual a maioria saiu desconstruído. Ou, como definimos na nossa metodologia Champion x Challenger, com um modelo Challenger , deixando suas velhas práticas de líder ali, a cada exercício, a cada conversa profunda, a cada risada e a cada choro.

“A imersão foi transformacional. Veio em um bom momento, sinto que mudei a maneira como percebo aspectos internos que antes eram interferência e visualizo um potencial muito forte no meu trabalho, além de quebrar algumas crenças que me deixam mais no flow.”

Depoimento de um dos primeiros a participar do Coragem

O Lider da Nova Economia tem que Viver Bem No Desconforto (um dos nossos 7 princípios de evolução exponencial). Para ser um líder corajoso e flexível capaz de se adaptar a um mercado em constante transformação, tem que ser um líder corajoso para escutar seu time e gerir uma comunidade que um dia foi uma estrutura sólida e hierárquica de uma empresa institucional. Mais do que tudo, tem que ser uma pessoa corajosa para encarar as emoções, os sentimentos e a vulnerabilidade que ser protagonista hoje representa.

O líder da Nova Economia precisa ter a coragem para guiar a si e todos à sua volta no caminho da verdade que vem do fundo do nosso coração.

Fiquei muito feliz com o resultado, obrigado a todos pela entrega, vamos acelerar juntos.

PS: O mais doido é que fazemos essas loucuras para nós, e já temos 3 empresas interessadas, pessoas querendo participar de um evento aberto. Se você também tem interesse de fazer 2 dias de Coragem com seus líderes, me mande uma mensagem em particular.

Clique aqui e saiba mais sobre a imersão da Organica para o SXSW.

Artigo publicado originalmente no LinkedIn do Roni Cunha Bueno.

Coragem = Ação que tomamos pelo coração

Algumas perguntas recorrentes em minhas mentorias coletivas são: Qual foi o maior erro da Netshoes? Qual foi o seu maior erro? Ou mesmo qual foi o grande erro da Organica?

Qual? Foram vários e, de verdade, não importa qual exatamente, e sim a raiz do erro. 

Avaliando muito os principais erros por onde passei e fui um dos protagonistas dos mesmos eu descobri um padrão, todos em sua grande maioria foram motivados pelo MEDO.

Oi?

Sim, o medo te leva ao espírito de sobrevivência e pode ter um terrível sintoma de extrair o pior das pessoas, de deturpar seus padrões de decisões e assim tomar decisões completamente equivocadas e provocar erros homéricos.

Em 2015, em visita ao Face lembro do cartaz na parede: FAIL HARD. Peguei um que estavam distribuindo e trouxe à Organica. Dividi o seguinte pensamento com todos por aqui: “Prefiro errar com coragem do que acuado e com medo”. 

Em todas as histórias que passam pela Organica, mais de 50 startups, a coragem foi algo fundamental, que alavancou negócios e fez cometer erros sim, mas levou as empresas a outro patamar. 

Coragem para mim são as ações que tomamos pelo coração, pela nossa essência e com o mínimo de filtro possível. 

Só os corajosos vencem.

JUNTOS – Max e Organica

Hoje tem que ser TEXTÃO.


Ontem à noite fui a mais um Day 1, mas foi o mais especial de todos por um simples motivo: meu mentorado Max Oliveira, fundador da MaxMilhas, estava no palco contando seu case.

Esse print foi da nossa primeira mentoria, um almoço no Le Jazz em 17 de maio de 2016. Foram duas horas de conversa intensa. Aquele mineirinho, quietinho, um pouco tímido e com tom de ingênuo trazia para mim uma história muito linda de superação e muitas dúvidas sobre o futuro.

Foram algumas rodadas de conversas profundas, eu sempre no meu estilo de provocá-lo ao máximo e ele sempre respondendo e crescendo a cada encontro. Quem já teve mentoria comigo sabe quanto posso ser provocativo.

Segundo ele, foi esta minha maior contribuição, provocá-lo e fazê-lo pensar grande. Você pode conferir mais falas do Max e sobre como a MaxMilhas mudou o mercado de milhas no país no site da Endeavor.

Fechado esse primeiro ciclo, seguimos nossa parceria, agora com a Max Milhas sendo Cliente da Organica. A empresa tinha menos de 15 pessoas, distribuídas em dois conjuntos. Foi um ano e meio de trabalho intenso, com o Max cobrando muito, sempre insaciável por mais, como na celebre frase: “vender da Black Friday é fácil, quero ver vender na primeira semana do ano” kkkk.

Sempre gostamos de clientes que nos puxassem para cima e com essa provocação criamos, em conjunto com a equipe da MaxMilhas, o Dia Mundial da Milhas, pelo qual na primeira sexta-feira do mês de 2017 faríamos um resultado histórico, duas vezes maior do que a Black Friday.

Ontem, escutando ele lá no palco contando sua trajetória e seus marcos, vejo como construímos juntos alicerces fortes, como: O Trabalho de Cultura, grande salto de vendas de 2016/17, o Dia Mundial das Milhas, entre outros.


Hoje Max é um grande amigo, dividimos muito eu com ele e ele com comigo. Aprendi com Max como ser mais simples, leve e humilde na gestão. Todas as novidades que criamos na Organica levo primeiro para ele, pois é uma pessoa com quem posso confiar e receber feed-backs verdadeiros.

Lembrar daquele mineirinho quietinho há três anos atrás e vê-lo ontem chamando a responsa de depois da palestra ainda cantar ao vivo pela primeira vez na vida no Day 1 (que só de palestrar qualquer um ficaria tenso…) me enche de alegria e preenche meu coração.

Parabéns, Max! Por toda sua linda trajetória e CONTE SEMPRE COMIGO, pois eu conto com você.

A tecnologia é a parte fácil, a disrupção é Cultural

Primeiro dia de viagem para SXSW, 50 pessoas na sala, organicos, diretores de empresa, empreendedores e startupeiros. Organizamos um rito para que todos se conhecessem, em que basicamente a pessoa precisa dizer ao grupo:

  • três palavras que a definem;
  • uma dor;
  • e uma missão para o futuro.

Primeiro ponto que me chamou muito atenção foi que grande parcela do grupo tinha a mesma e profunda dor: gestão do tempo.

No segundo exercício, mais prático, preparamos o mindset do grupo para o evento aqui em Austin, que diferentemente da maioria dos eventos de negócio, não tem uma trilha clara e definida, exige um mínimo de planejamento e uma boa dose de flow.

Após minha sócia e nossa curadora Luciane Aquino apresentar como ninguém as diversas possibilidades para o planejamento, Murilo Gun, cliente, companheiro e amigo, dividiu a importância do Acaso, de deixar acontecer.

Feita a introdução, eu me preparei de maneira diferente para esse evento.  Resolvi que iria ser mais incisivo e participativo em redes sociais. Peguei uma das minhas contas do insta – @roni_cunhabueno – e decidi que ela seria profissional agora. Com pouco mais de 400 seguidores (como uma fã uma vez me falou “só issuuu…”), resolvi “fazer direito”.

Durante os dias 9 e 10 de março, comecei a postar como profissional, sei como se faz. E, batata… Likes, novos seguidores, pessoas que não me viam há muito tempo comentando, pessoas me chamando para um café aqui em Austin, pois tinham visto minhas postagens, pessoas me chamando para um almoço no retorno à São Paulo. Enfim, funcionou, ou pelo menos eu achava.

A real é que aquilo estava me incomodando, não era meu natural,  ficava mais preocupado com o post do que com o conteúdo que estava ali na minha frente acontecendo. Na noite do dia 10 confessei isso para minha mulher, minha par, minha coach. Em dois minutos com ela, percebi um primeira luz de que não estava legal e parei gradativamente de postar.

O que viria acontecer no dia 11 seria mágico. Acordei com as duas câmeras do celular sem funcionar. “Putz, que merda”. Já na primeira palestra me deu vontade de clicar… eram os fundadores do Insta… mas não podia… kkkk… não tinha como, mesmo que eu quisesse postar a foto deles não conseguiria. kkkk.

Ainda um pouco injuriado, percebi que tinha que passar em uma Apple Store, pois aqui eles trocariam no mesmo momento, quando no Brasil seriam alguns dias sem telefone. Estava esperando a condução para o shopping chegar quando encontrei Murilo G. Contei o ocorrido… e ele falou: “Lembra? É o acaso, vai ver que não é para vc tirar mais foto”.

Fui à loja, trocaram por uma novo iphone, mas como o Wi-Fi da loja estava congestionado não consegui baixar tudo para fazer o celular funcionar. Cheguei no Hotel e mesmo problema. Fiquei sem celular.

E aí? Para onde vou agora? Sem Whats para saber onde as pessoas estão e o que estão fazendo, para onde vou, o que eu faço?

Resolvi o mais óbvio: eram 21:30 e eu estava com fome, desci e fui comer no restaurante do hotel. E lá na primeira mesa estava Flavia Barros, da Orgânica. Opa, alguém para jantar, pensei. Ao sentar, ela se queixou do mesmo problema, tinha comprado um iphone novo, mas não conseguia baixar os APPs para uso.

E, sem telefones, sem nenhuma distração, pois não conhecíamos mais ninguém, tivemos um jantar de verdade. No início os dois com um pouco de FOMO, pensando: cacete, estamos perdendo muito de coisas que estão acontecendo agora em algum lugar.

Depois de 15 minutos, começamos a conversar, olha só, e falamos de coisas profundas. Foi uma verdadeira Real Reality. Sim, já existe um termo para descrever momentos de desconexão virtual e alta conexão real.

Ao final daquelas horas, tínhamos rido, chorado, berrado, e de verdade emocionado.

E aí caiu a ficha.

O quanto de potencial perdemos com as microinterferências que constantemente tiram nosso foco do momento presente.

O quanto de inovação perdemos com as inúmeras respostas rasas que damos a cada segundo a micro soluções.

O quanto de autenticidade perdemos quando queremos mostrar para outro algo que alimenta nosso ego.

A real é quanto tempo de qualidade você perde.

E aí não é de assustar que esse seja a dor número do grupo que veio conosco e que o tema da relação dos seres humanos seja o assunto mais tratado em palestras aqui em SXSW, ano passado já apontava como um dos top 5 temas, esse ano é O TEMA. Teve até palestrante confessando que colocou o tema sobre Inteligência Artificial só para ser aceito, mas o que ele queria mesmo falar era sobre pessoas.

A tecnologia é a parte fácil, a disrupção é Cultural.

Nós na Organica acreditamos profundamente nisso, acreditamos que a transformação digital de uma empresa vem do seu propósito aplicado a uma cultura alinhada aos 7 Princípios da Nova Economia e Modelos de Gestões modernos que aprofundamos no livro Mude ou Morra.

Essa viagem para SXSW só reforça ainda mais que estamos com os modelos corretos para construir caminhos de crescimento na nova economia.

Muito grato por todos os palestrantes que vi, e principalmente a todos os amigos e parceiros que me proporcionaram um café, almoço, jantar, HH e baladas; uma conversa, um jogo, uma troca, um abraço, uma risada e uma verdade bem dada.