5 insights aprendidos com o líder corajoso Rodrigo Batista

Ontem, Roni Cunha Bueno conversou com o Rodrigo Batista na Live #LíderesCorajosos. Hoje, Rodrigo é conselheiro e investidor em empresas de tecnologia como nTokens.com e Saxperto.com.br. Ele também é fundador do Mercado Bitcoin, maior corretora de moedas digitais da América Latina. Rodrigo fundou a empresa em 2013 e ela foi vendida em 2018. Nesses dois anos que se passaram, o empreender continua construindo outros palcos por aí. Saiba quais são os insights de hoje!

1. Fique atento às oportunidades que você encontra pelo caminho

O Rodrigo Batista acreditou nas criptomoedas lá atrás. Ele viu na Revista Superinteressante que tinha algo legal nascendo, que já tava crescendo no mercado internacional, e enxergou como uma oportunidade de criar algo em 2011. O Mercado Bitcoin nasceu em 2013 e ficou sob comando do Rodrigo até 2018. Quando não fazia mais sentido ele vendeu e nos últimos dois anos o empreendedor mudou seus rumos.

2. Se você se mete sozinho em um negócio a chance de ficar sobrecarregado é muito grande

Rodrigo se define como alguém bem técnico e por muitos anos um assunto que deixou de lado foi o das pessoas. A faculdade tem dificuldade de preparar sobre isso. Ao longo do caminho, Rodrigo descobriu quem ele queria no seu time: pessoas que buscam fazer o trabalho bem feito. Com as pessoas certas o empreendedor consegue mudar para outro ramo e conseguir dinheiro, por exemplo. E a vontade de aprender é algo que ele realmente valoriza nos colaboradores. Se alguém se prende em uma tese fica muito difícil trabalhar em time. É necessário flexibilidade e resiliência. Segundo o Rodrigo, se você se mete sozinho a chance de ficar sobrecarregado é muito grande, não vale pagar pra ver. Uma outra característica importante quando dá certo chamamos de persistência e quando dá errado ela fica conhecida como teimosia. 

3. Tenha persistência para ir vencendo suas barreiras

Rodrigo foi criado no Itaim Paulista, periferia da Zona Leste de São Paulo. Ele conta que roubou o folheto da escola sobre o ensino técnico e estudou um jeito de colocar de volta sem que ninguém percebesse. Ter mudado para a Escola Federal daquele folheto foi algo transformador na sua vida. Da escola ele entrou para o mundo da computação. Um segundo momento marcante que o Rodrigo relembrou na live foi o de ter largado o salário e benefícios do banco em que trabalhava para empreender na sua startup. Rodrigo foi vencendo as barreiras pelo caminho. A gente sempre escuta que adulto não consegue aprender inglês ou que é impossível entrar na USP. Mas ele garante que só desiste se tentar no seu máximo. E essa persistência o ajudou muito a construir sua história.

4. Ainda há muita coisa para ser feita no universo financeiro

E o Rodrigo continua criando coisas nesse mundo, tanto pensando nos mais ricos quanto nas pessoas de baixa renda. Sem dinheiro a gente não vive e o Rodrigo quer dar outras contribuições nesse ponto, com o dinheiro mais fácil e disponível para as pessoas. Um dos seus objetivos é que as pessoas, principalmente as menos assistidas, tenham uma vida melhor. Saúde e genética são outros assuntos que têm interessado o Rodrigo, da mesma forma que enxergou potencial no bitcoin em 2011. Ele acha que em 10 ou 20 anos teremos grandes desenvolvimentos nessas áreas. 

5. Se você está aberto ao mundo vão te aparecer novos desafios

Pessoas boas abrem espaços. Ninguém consegue fazer tudo super bem e sempre vão existir pessoas melhores que você em determinada coisa. Por isso, a gente precisa se desenvolver para trazer novas pessoas no caminhos. E é necessário preparar essas pessoas para ocupar esses caminhos. É aquela história: se desenvolver para desenvolver os outros. As pessoas precisam ser ouvidas e não julgadas. Tudo muda, por isso, precisamos nos adaptar. Viva bem no desconforto.

Espero que tenha gostado dos insights. Você pode assistir a live com o Rodrigo Batista clicando aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até mais!

6 insights aprendidos com o líder corajoso Bruno Soares

A Feedz é uma startup acelerada pela Organica desde quando tinha 3 pessoas no time: um estagiário e os cofundadores Bruno Soares e Gabriel Leite. No ano passado, a Feedz conquistou o 6º lugar de startup que mais cresceu no mundo. E hoje, a empresa quer ser referência em engajamento e desempenho. Só temos uma coisa a dizer: #voafeedz!

Na quinta, o Bruno Soares, CEO da Feedz, conversou com o Roni Cunhabueno na live #LíderesCorajosos. Confira a seguir 6 insights do bate-papo com esse líder corajoso!

1. É preciso contratar bem e desenvolver pessoas

Cuidar de pessoas é um ponto fundamental na Feedz. Por lá, eles têm um comite de cultura que analisa o clima a cada 15 dias. E para o Bruno, os founders e diretores precisam participar e estar cientes de tudo o que está acontecendo na empresa. Eles precisam olhar para recrutamento e seleção para que o colaborador esteja realmente alinhado com a cultura

do negócio. A cultura é algo vivo e precisa ser revisitada com frequência, sem perder a sua essência. Uma pessoa que não está alinhada com a cultura pode atrapalhar todo o time

2. O OKRs deve estar na cultura da empresa

Um outro ponto fundamental para o Bruno é a consistência nas estratégias. A Feedz utiliza OKRs há dois anos, desde quando tinham 3 pessoas no time. Hoje são 25 e os OKRs estão na cultura da empresa. Ter foco é algo fundamental segundo o líder.

3. Admire gente que já fez

O Bruno é o típico líder estruturado, que é focado em resultado e olha para pessoas com o olhar sistemático. É o líder que administra e orquestra o caos. O Bruno admira pessoas que gostam de fazer, sejam ávidas por conhecimento e que estejam sempre aprendendo por meio do valor de evolução. Existe ainda o líder visionário, que sempre está cheio de ideias e em busca do fator UAU, e o que faz chover, que executa o tempo todo e traça várias metas. 

4. Tenha transparência, principalmente no feedback

Bruno disse que na Feedz eles são bem transparentes com o time. Deixam claro o faturamento, quanto vendeu, informações dos clientes e abertura ao feedback a qualquer momento. As pessoas precisam compreender que feedback não é repreensão e entendê-lo como um presente para evoluir. A maior experiência do Bruno na pandemia foi a de desligar 6 pessoas no time. A Feedz tinha um turn estruturado, mas com a pandemia eles enfrentaram cancelamentos e revisões de contato. O time montou um plano de ação, cortou gasto e a última medida foi a dos desligamentos. Olhando para hoje, o Bruno disse que não teria feito os desligamentos. Eles acharam que 2020 seria um ano perdido.

5. É importante que o líder saiba explicar seu primeiro movimento, mesmo que a sua cabeça esteja na quinta peça

O líder tem o papel de dividir seu modelo mental com o time. O founder tem todas as informações e é quem mais entende e estuda o negócio. Sem contar que o modelo mental do founder automaticamente já foi mais testado. Um grande erro dos líderes na visão do Bruno é o de respostas de cima pra baixo, já que eles deveriam ser os primeiros a trazer contexto. O Bruno semanalmente envia um e-mail para o time com 5 artigos que ele achou interessante, o livro que ele está lendo e alguns pensamentos para a semana. 

6. A liderança está ligada a caráter, generosidade e humildade

Mas não podemos confundir liderança com ser bonzinho. Extrair o máximo do time é característica do líder. Pessoas felizes e realizadas profissionalmente precisam estar acompanhadas de um bom líder. Quanto mais maduro for o profissional, mais preocupado ele estará em não entrar em um time fraco, sem cultura e com processos defasados. O propósito deve estar alinhado com o da empresa.

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Você pode assistir a live com o Bruno Soares clicando aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até a próxima!

5 insights aprendidos com o líder corajoso Pedro Mergulhão

A Upnid foi acelerada pela Organica e serviu de inspiração para o nome da nossa investida de startups: Organica 10.4.3. Isso porque a startup cresceu 10 vezes no seu primeiro ano, 4 no segundo e 3 no terceiro. Roni Cunha Bueno conversou com o Pedro Mergulhão, cofundador da startup. Confira os 5 insights que tiramos dessa live:

1. O amadurecimento nos ajuda a lidar com os problemas

Os problemas surgem todo dia, mas se o Pedro tivesse os mesmos de hoje há 4 anos atrás ele disse que não daria conta. A vida de startup é que nem um grande vídeo game. A gente vai passando de fase e buscando nossa evolução.

2. O principal desafio na cultura da empresa é entender nossos valores

É preciso saber quem quer trabalhar com a gente. E a Upnid conseguiu trazer pessoas que conseguissem crescer e amadurecer no mesmo ritmo do negócio e que são alinhadas ao valor de evolução da empresa. É fundamental que as expectativas estejam alinhadas nesse processo para encontrar gente boa que quer crescer junto com a startup. Duas características de quem a Upnid quer junto no time são: capacidade de adaptação, pessoas que querem verdadeiramente evoluir; e humildade para saber que todos estão aprendendo juntos e de reconhecer que ninguém tem todas as respostas, por lá não há espaço para ser um babaca dono da verdade que já sabe de tudo.

3. O trabalho híbrido pode ser o maior desafio

Hoje a startup conta com 41 pessoas no time. A metade trabalhava remoto e a outra metade presencial. Hoje, está todo mundo remoto e a empresa está bem ágil dessa forma, com um time bem maduro, por mais que exista a saudade de celebrar juntos. O híbrido entre as duas modalidades após a quarentena será o grande desafio, pois todo mundo deve estar integrado na cultura da mesma forma.

4. Crescer dói muito, mas com gente boa a gente pode construir o que quiser 

Hoje o que move o Pedro é montar um time dos melhores executivos do Brasil. Ele não é apegado a um modelo de projeto, mas se motiva ao ver as pessoas abraçadas ao negócio. A dor de qualquer crescimento é intensa, mas poder mudar a vida das pessoas faz com que tudo valha a pena. O pilar da Upnid são as pessoas que estão com a empresa. É importante ter um sonho grande e ele precisa ter o apoio das pessoas. O mercado das fintechs está aquecido. Tem gerado a descentralização dos bancos e a democratização do mercado financeiro. O principal legado que o Pedro quer deixar é o de ter pessoas do seu lado que cresceram com a Upnid. Cabe às empresas dar oportunidades para minimizar as desigualdades que vivemos no mundo.

5. A ação liberta e a gente descobre fazendo

As ações devem ser maiores que os planos. A gente descobre muita coisa quando estamos no caminho. E isso nos permite colocar a cara a tapa. É fundamental que um líder corajoso tenha a humildade de aprender a fazer. É difícil comparar o palco com bastidor, as coisas não são tão fáceis quanto parece. Existe muita ralação nesse trajeto. 

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Você pode assistir a live com o Pedro Mergulhão clicando aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até a próxima!

Solidão e Evolução: como os Founders podem ser o fator limitante para o crescimento da empresa

Você sabe o que pode ser mais triste em uma startup de sucesso?

Estou na nova economia desde junho de 2007, quando pivotei minha carreira e fui trabalhar na ainda startup Netshoes. Foram 5 anos como líder de startup e mais de 5 na frente da Organica, assessorando outras 70 a crescer. 

Nestes 12 anos de muita emoção já vi de tudo. Muita alegria, muita frustração e como digo sempre para as minhas filhas: tudo tem dois lados. E neste texto vou tratar do outro lado da moeda do sucesso de uma startup.

Toda startup inicia muito parecida, como se vê nos filmes: um grupo de de 3 a 5 malucos resolvem mudar alguma coisa no mercado ou no mundo. Muito juntos, apanham, sofrem, choram, vendem a TV da sala de reunião (real), vendem o carro (real), entram no cheque especial (real), pegam dinheiro emprestado com o pai (real), quebram a cara abrindo novas frentes (real), compram centro de distribuição,  mas só usam 1/18 dele (real). Tudo isso não dói como o que vou relatar mais a frente, isso tudo são dores e erros que fazem parte da aventura, da emoção e do risco do negócio.

O maior risco vem logo depois, quando o negócio realmente dá certo, entra em rota exponencial e aí coloca uma guilhotina invisível na cabeça dos empreendedores. Pessoas experientes deste mercado não dão o chacoalhão correto nos novos, e estes novos líderes empolgados com seu sucesso e sentido as dores do crescimento, não tem tempo para nada, muito menos para eles mesmos. 

Esse risco é o desafio sobre humano destes 3 a 5 malucos crescerem na velocidade do negócio. Com o passar do tempo cada um assume um desafio, eles já não estão mais juntos como antes, o desenvolvimento pessoal como líder e gestor é algo que fica em segundo plano. É como se um olhasse para o outro e dissesse “se vira aí cara, dê conta desta situação”.

Nesta hora começa a acontecer o primeiro momento extremamente doloroso, o desligamento de um dos malucos. Posso dizer pela I.R.E. (Instituto Roni de Estatística) que 1 a cada 3 param pelo caminho. É muito, é muito doloroso e custoso, pois envolve uma relação emotiva muito forte, pois possivelmente esse maluco tem uma participação societária na empresa, pois essa pessoa tem relações com muita gente dentro e fora do negócio. Não é nada fácil, pelo contrário é algo muito duro e é o ápice da dor do crescimento.  

Já vi empresas pararem neste momento, quando existem dois sócios, um vai e outro fica, os dois têm participação semelhantes, os dois tem capital político parecidos, mas um está atrasando o negócio, segurando e não dando mais conta de crescer exponencialmente. 

Conversando com líderes exponenciais de sucesso, para 100% deles, o momento mais doloroso de suas trajetórias foi quando tiveram que demitir um founder, um sócio, uma pessoa que foi chave e fundamental no início do negócio. Alguém que ele ama, mas ele tem que tomar essa atitude duríssima de desligá-lo. Todos, até os mais durões contam com lágrimas nos olhos. 

Não vou dizer nomes para preservar meus amigos, mas confiem em mim, são histórias reais. 

Na startup A tinha 4 malucos. Depois de 5 anos de muito sucesso, tiveram que desfazer. Um foi morar fora do país, outro foi se reinventar e dois continuaram.

Na startup B, seu CEO era muito apegado a um dos seus líderes, era como sua fada madrinha, e a relação foi muito boa enquanto tinham poucos funcionários, mas quando o negócio chegou a 55 funcionários ele teve que demiti-la. 

Na Startup C eram 3 malucos. No interior, lutaram juntos, foram investidos, cresceram loucamente, são uma das maiores referências do país. Hoje, só o CEO está lá, um foi desligado há dois anos e outro saiu recentemente. 

São muitas histórias, todas muito duras, pois envolvem muito amor e carinho versus a necessidade de transformação e crescimento.

Mas tem uma situação mais dolorosa ainda. Em geral, dos 3 a 5 malucos um assume a liderança da empresa, o CEO, ou foi o visionário, o primeiro líder, ou quando escolheram dentre os malucos, o mais estruturado entre eles. 

E quando o cara, o CEO, o grande Founder, o herói, o mestre, a pessoa mais admirada para? Quando ele é o principal fator de limitação do crescimento? E por mais que ele se analise, não consegue sair da sua própria sinuca. Está ilhado, isolado, está SOLITÁRIO, até porque, em geral, ele perdeu seus melhores companheiros e amigos pelo caminho do crescimento acelerado.

Nesta situação existe algo que torna ainda mais tenso o momento quando existem investidores e board members, pois, em geral, o investidor não é psicólogo, ele não quer refletir sobre a questão humana em cheque. Ele quer solução e o que eu vejo sim ou sim nesta situação é o pedido da substituição do líder. 

Ai! Isso é extremamente doloroso. 

A startup é a vida, a alma, seu passado, seu presente e seu futuro. Como assim? O que vou dizer aos meus colaboradores? O que vou dizer lá em casa? O  que vou fazer se não acordar todos os dias do ano para vir trabalhar na minha startup?

Sabemos dessa dor e não queremos que ela se repita. Trabalharemos forte para mitigá-la.

Seja na Organica como parceira destes malucos, para tirar suas solidões e contar conosco para o que precisassem, para juntos acelerarmos pessoas e empresas. Pessoas antes das empresas, sempre, em tudo desde o nosso processo de aceleração até às mentorias, damos resultado, pois sempre realizamos através das pessoas, empoderando e fazendo com que elas cresçam juntas.

Recentemente aqui na Organica criamos a Venture Builder 10x4x3, na qual nosso propósito é acelerar o empreendedor de primeiro ciclo a crescer cento e vinte vezes em três anos. Dez vezes no primeiro ano, quatro vezes no segundo e três vezes no terceiro. Já estamos com 4 investidas, e próximos a quinta, com seus 8 a 9 malucos. 

Aí veio a preocupação, sabemos da dor da Solidão e da Evolução, pois todos os sócios da Organica forma um dia ex-empreendedores exponenciais, sabem na pele, na real que existe este risco e dor. 

Juntos tomamos uma decisão. Resolvemos encarar o problema de frente. Montamos um MasterMind. Batizamos de MasterMind 10X, para que em um ano a gente acelere os founders 10x! Os nossos malucos da Upnid, Feedz, Predify, 100Foods, já estão inscritos e vão ser acelerados.

Audacioso, muito audacioso.

É pretensioso assumir o desejo de acelerar 10x uma pessoa em um ano? SIM! É certeza do resultado? NÃO, mas somos corajosos o suficiente para lidar com esta vulnerabilidade. Confiamos no Treck Record dos ex-líderes exponenciais que toparam essa maluquice: eu, CEO e co-fundador da Organica; Rodrigo Batista, fundador do Mercado Bitcoin; Priscilla Erthal, co-fundadora da Organica; Rodolfo Reis, fundador da Leiturinha; Guilherme Martins, presidente da Play Kids; Renato Mendes, co-fundador da Organica; Luciane Aquino, sócia da Organica; e Paula Nader, co-fundadora da Grow.

Se você é como esses malucos e resolveu ser founder de startup ou conhece um, inscreva-se aqui, nos convença que você precisa e merece fazer parte deste grupo. Mas só venha se realmente tiver vontade de evoluir e entender que isso é fator de sucesso ou insucesso da sua vida como startupeiro.

Temos muita consciência do problema, pois muitos de nós inclusive encaram este fato de frente, estamos dando o primeiro passo para tirar a solidão e alavancar o crescimento de founder de startup. 

Vamos dividir com vocês as vitórias e fracassos desta nova jornada

#vamosacelerarjuntos