OZLLO é a quinta investida do ano da Organica 10.4.3

A OZLLO  é um marketplace de luxo que vende peças de grifes internacionais de segunda mão e peças de coleções passadas de marcas nacionais com até 80% de economia. Hoje, são  com cerca de cem marcas presentes no site.

A mãe da Zoë Póvoa, founder da OZLLO, tinha uma confecção e seu pai é fotógrafo publicitário. Então, ela sempre esteve nesse mundo da moda, mas nunca achou que ia trabalhar na área. Zoë queria chegar ao mercado financeiro e sua faculdade era integral. Entre um estágio de férias e outro, nasceu a OZLLO. Sempre sobravam roupas da confecção da sua mãe e Zoë começou a vendê-las em grupos no Facebook. Ela foi efetivada na área da Gestão e Projetos da B2W e foi conciliando faculdade, trabalho e suas vendas, que começaram a ser centralizadas em uma página do Instagram.

Com o fim da faculdade, no meio do ano passado, ela decidiu sair da B2W para transformar seu hobby em negócio. E em dezembro de 2018, a OSLLO passou a ser também um outlet de ponta de estoque online para várias marcas nacionais. Hoje, o site é dividido em dois: tudo que há de internacional são desapegos de pessoas e tudo que é de marcas nacionais são de ponta de estoque online.

Zoë conheceu a Organica por intermédio do seu professor de Startups, que é amigo do Renato Mendes. Ela procurou o Renato interessada em mentoria e ele a convidou para ter sua startup investida pela 10.4.3. Duas coisas que Zoë viu como pontos fortes aqui na Organica foram toda a parte de pessoas que desenvolvemos – a OZLLO vai começar a formação do seu time agora e quer construir uma cultura forte desde então – e o trabalho em marketing digital. Ela pretende potencializar sua máquina de vendas e melhorar a aquisição de canais. Para 2020, Zoë espera crescer 10 vezes, colocar ainda mais marcas no site e começar a atuar em outras frentes. 

Organica 10.4.3

A 10x4x3 investe em startups e faz elas crescerem 10x no primeiro ano, 4x no segundo e 3x no terceiro. A 10.4.3 é uma Venture Capital e spin-off da Aceleradora Organica, formada por especialistas da Aceleradora, investidores experientes em criar, acelerar e vender startups e mentores que são empreendedores experientes de startups de sucesso.

A 10.4.3 atua como um parceiro real das startups, dedicando-se apenas aos recursos de alto nível para acelerar e dinamizar as soluções ideais para cada modelo de negócio. Ela acelera startups em estágio inicial, buscando acesso à liquidez em até 24 meses, seja via investimento Série A ou venda estratégica. 

Siga a 10.4.3 no LinkedIn e saiba mais sobre como ela funciona!

100 Foods é a mais nova investida da Organica 10.4.3

A 100 Foods nasceu em maio de 2018 com o objetivo de facilitar alimentação saudável das pessoas, principalmente dentro casa. Paulo Ibri, CEO da startup,  precisou seguir uma dieta mais rígida para melhorar seu estilo de vida e estava cansado com a falta de sabor das comidas saudáveis, tudo era da mesma cor e do mesmo gosto. Com isso, ele começou a procurar alternativas em molhos e no mercado brasileiro – e se bobear até na América Latina – não existiam produtos 100% naturais de verdade. Foi aí que ele enxergou o buraco do mercado e começou a desenvolver a 100 Foods. Como a ideia da marca é ser 100% natural, sem conservantes e sem açúcar foi aí que surgiu o nome 100 Foods.

Com o posicionamento da marca, a 100 Foods deixou de investir no segmento de snacks saudáveis, que o mercado já enxerga como saturado. O que o Paulo quer é justamente ajudar as pessoas a fazerem refeições mais saborosas e saudáveis em casa, auxiliando na alimentação do dia a dia com uma linha de molhos e temperos saudáveis. Hoje, eles têm três temperos 100% naturais, sem nenhum tipo de aditivo, corante e glutamato monossódico, zero sódio e sem origem animal. Depois, eles trouxeram para o mercado brasileiro a primeira linha de molhos zero, 100% naturais, sem adição de conservantes, adoçados com stévia e zero calorias (com exceção da mostarda que têm 5 calorias). Junto com os molhos foi lançada a maionese de abacate, a primeira maionese com gorduras boas do mercado, e a maionese de proteína de ervilha, que já tá virando o carro-chefe da marca. 

O primeiro contato com a Organica surgiu através do irmão do Paulo, que tem um fundo de Venture Capital e conheceu o Renato Mendes em um evento, na mesma época em que o CEO estava procurando uma parceria para aceleração da marca. Paulo trabalhou com varejo a vida inteira, mas queria investir mais no digital da empresa. 

A 100 Foods está presente no Brasil inteiro e nas gôndolas das principais redes de supermercado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Pernambuco. Você pode descobrir onde encontrar os produtos no site: https://www.100foods.com.br ou comprar através do e-commerce. Para o ano que vem, a 100 Foods planeja estar em todos os estados brasileiros e diminuir o custo da maionese de óleo de abacate e transformá-la em vegana. 


Organica 10.4.3

A 10x4x3 investe em startups e faz elas crescerem 10x no primeiro ano, 4x no segundo e 3x no terceiro. A 10.4.3 é uma Venture Capital e spin-off da Aceleradora Organica, formada por especialistas da Aceleradora, investidores experientes em criar, acelerar e vender startups e mentores que são empreendedores experientes de startups de sucesso.

A 10.4.3 atua como um parceiro real das startups, dedicando-se apenas aos recursos de alto nível para acelerar e dinamizar as soluções ideais para cada modelo de negócio. Ela acelera startups em estágio inicial, buscando acesso à liquidez em até 24 meses, seja via investimento Série A ou venda estratégica. 

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Solidão e Evolução: como os Founders podem ser o fator limitante para o crescimento da empresa

Você sabe o que pode ser mais triste em uma startup de sucesso?

Estou na nova economia desde junho de 2007, quando pivotei minha carreira e fui trabalhar na ainda startup Netshoes. Foram 5 anos como líder de startup e mais de 5 na frente da Organica, assessorando outras 70 a crescer. 

Nestes 12 anos de muita emoção já vi de tudo. Muita alegria, muita frustração e como digo sempre para as minhas filhas: tudo tem dois lados. E neste texto vou tratar do outro lado da moeda do sucesso de uma startup.

Toda startup inicia muito parecida, como se vê nos filmes: um grupo de de 3 a 5 malucos resolvem mudar alguma coisa no mercado ou no mundo. Muito juntos, apanham, sofrem, choram, vendem a TV da sala de reunião (real), vendem o carro (real), entram no cheque especial (real), pegam dinheiro emprestado com o pai (real), quebram a cara abrindo novas frentes (real), compram centro de distribuição,  mas só usam 1/18 dele (real). Tudo isso não dói como o que vou relatar mais a frente, isso tudo são dores e erros que fazem parte da aventura, da emoção e do risco do negócio.

O maior risco vem logo depois, quando o negócio realmente dá certo, entra em rota exponencial e aí coloca uma guilhotina invisível na cabeça dos empreendedores. Pessoas experientes deste mercado não dão o chacoalhão correto nos novos, e estes novos líderes empolgados com seu sucesso e sentido as dores do crescimento, não tem tempo para nada, muito menos para eles mesmos. 

Esse risco é o desafio sobre humano destes 3 a 5 malucos crescerem na velocidade do negócio. Com o passar do tempo cada um assume um desafio, eles já não estão mais juntos como antes, o desenvolvimento pessoal como líder e gestor é algo que fica em segundo plano. É como se um olhasse para o outro e dissesse “se vira aí cara, dê conta desta situação”.

Nesta hora começa a acontecer o primeiro momento extremamente doloroso, o desligamento de um dos malucos. Posso dizer pela I.R.E. (Instituto Roni de Estatística) que 1 a cada 3 param pelo caminho. É muito, é muito doloroso e custoso, pois envolve uma relação emotiva muito forte, pois possivelmente esse maluco tem uma participação societária na empresa, pois essa pessoa tem relações com muita gente dentro e fora do negócio. Não é nada fácil, pelo contrário é algo muito duro e é o ápice da dor do crescimento.  

Já vi empresas pararem neste momento, quando existem dois sócios, um vai e outro fica, os dois têm participação semelhantes, os dois tem capital político parecidos, mas um está atrasando o negócio, segurando e não dando mais conta de crescer exponencialmente. 

Conversando com líderes exponenciais de sucesso, para 100% deles, o momento mais doloroso de suas trajetórias foi quando tiveram que demitir um founder, um sócio, uma pessoa que foi chave e fundamental no início do negócio. Alguém que ele ama, mas ele tem que tomar essa atitude duríssima de desligá-lo. Todos, até os mais durões contam com lágrimas nos olhos. 

Não vou dizer nomes para preservar meus amigos, mas confiem em mim, são histórias reais. 

Na startup A tinha 4 malucos. Depois de 5 anos de muito sucesso, tiveram que desfazer. Um foi morar fora do país, outro foi se reinventar e dois continuaram.

Na startup B, seu CEO era muito apegado a um dos seus líderes, era como sua fada madrinha, e a relação foi muito boa enquanto tinham poucos funcionários, mas quando o negócio chegou a 55 funcionários ele teve que demiti-la. 

Na Startup C eram 3 malucos. No interior, lutaram juntos, foram investidos, cresceram loucamente, são uma das maiores referências do país. Hoje, só o CEO está lá, um foi desligado há dois anos e outro saiu recentemente. 

São muitas histórias, todas muito duras, pois envolvem muito amor e carinho versus a necessidade de transformação e crescimento.

Mas tem uma situação mais dolorosa ainda. Em geral, dos 3 a 5 malucos um assume a liderança da empresa, o CEO, ou foi o visionário, o primeiro líder, ou quando escolheram dentre os malucos, o mais estruturado entre eles. 

E quando o cara, o CEO, o grande Founder, o herói, o mestre, a pessoa mais admirada para? Quando ele é o principal fator de limitação do crescimento? E por mais que ele se analise, não consegue sair da sua própria sinuca. Está ilhado, isolado, está SOLITÁRIO, até porque, em geral, ele perdeu seus melhores companheiros e amigos pelo caminho do crescimento acelerado.

Nesta situação existe algo que torna ainda mais tenso o momento quando existem investidores e board members, pois, em geral, o investidor não é psicólogo, ele não quer refletir sobre a questão humana em cheque. Ele quer solução e o que eu vejo sim ou sim nesta situação é o pedido da substituição do líder. 

Ai! Isso é extremamente doloroso. 

A startup é a vida, a alma, seu passado, seu presente e seu futuro. Como assim? O que vou dizer aos meus colaboradores? O que vou dizer lá em casa? O  que vou fazer se não acordar todos os dias do ano para vir trabalhar na minha startup?

Sabemos dessa dor e não queremos que ela se repita. Trabalharemos forte para mitigá-la.

Seja na Organica como parceira destes malucos, para tirar suas solidões e contar conosco para o que precisassem, para juntos acelerarmos pessoas e empresas. Pessoas antes das empresas, sempre, em tudo desde o nosso processo de aceleração até às mentorias, damos resultado, pois sempre realizamos através das pessoas, empoderando e fazendo com que elas cresçam juntas.

Recentemente aqui na Organica criamos a Venture Builder 10x4x3, na qual nosso propósito é acelerar o empreendedor de primeiro ciclo a crescer cento e vinte vezes em três anos. Dez vezes no primeiro ano, quatro vezes no segundo e três vezes no terceiro. Já estamos com 4 investidas, e próximos a quinta, com seus 8 a 9 malucos. 

Aí veio a preocupação, sabemos da dor da Solidão e da Evolução, pois todos os sócios da Organica forma um dia ex-empreendedores exponenciais, sabem na pele, na real que existe este risco e dor. 

Juntos tomamos uma decisão. Resolvemos encarar o problema de frente. Montamos um MasterMind. Batizamos de MasterMind 10X, para que em um ano a gente acelere os founders 10x! Os nossos malucos da Upnid, Feedz, Predify, 100Foods, já estão inscritos e vão ser acelerados.

Audacioso, muito audacioso.

É pretensioso assumir o desejo de acelerar 10x uma pessoa em um ano? SIM! É certeza do resultado? NÃO, mas somos corajosos o suficiente para lidar com esta vulnerabilidade. Confiamos no Treck Record dos ex-líderes exponenciais que toparam essa maluquice: eu, CEO e co-fundador da Organica; Rodrigo Batista, fundador do Mercado Bitcoin; Priscilla Erthal, co-fundadora da Organica; Rodolfo Reis, fundador da Leiturinha; Guilherme Martins, presidente da Play Kids; Renato Mendes, co-fundador da Organica; Luciane Aquino, sócia da Organica; e Paula Nader, co-fundadora da Grow.

Se você é como esses malucos e resolveu ser founder de startup ou conhece um, inscreva-se aqui, nos convença que você precisa e merece fazer parte deste grupo. Mas só venha se realmente tiver vontade de evoluir e entender que isso é fator de sucesso ou insucesso da sua vida como startupeiro.

Temos muita consciência do problema, pois muitos de nós inclusive encaram este fato de frente, estamos dando o primeiro passo para tirar a solidão e alavancar o crescimento de founder de startup. 

Vamos dividir com vocês as vitórias e fracassos desta nova jornada

#vamosacelerarjuntos