A convidada da Live #FazChover dessa semana foi a Mari Dias, CEO e uma das fundadoras da Gupy. A startup nasceu em 2015 a partir da experiência de Mariana como funcionária da gigante de bebidas Ambev. 

A Gupy usa inteligência artificial para selecionar os melhores candidatos e literalmente fez chover nessa crise levantando um aporte de R$ 40 milhões para expandir sua atuação. Nem começou o investimento que a Gupy e eles já estão no melhor trimestre. Confira a seguir os 5 principais insights do bate-papo da Priscilla Erthal com a Mari Dias!

1. O inconformismo é fundamental para o sucesso

Além da sua já tradicional entrega tradicional em recrutamento, a Gupy foi muito rápida em se reinventar no momento em que começou a crise e criou muitas iniciativas para ajudar seus clientes. Os colaboradores não ficaram parados pensando que era um “momento do mercado” e desse modo eles colheram muitos resultados positivos, como por exemplo um churn baixíssimo e o fechamento do melhor trimestre da história da Gupy.

2. É preciso construir com bom relacionamento com investidor

A crise exigiu que a Gupy se reinventasse em todos os sentidos, inclusive no relacionamento com os investidores. A Mari teve muitos diálogos antes de fecharem o aporte e em um momento virou para os possíveis investidores: “eu sei que você tá com medo, mas deixa eu te contar o que a gente tá fazendo.” Ela acredita que é preciso refazer a forma de relacionamento com esses investidores. A coragem está na vulnerabilidade!

3. Uma cultura forte é fundamental para o crescimento

A consistência e o exemplo fazem a cultura ficar forte. Para Mari, o sócio é a pessoa que você vai ver mais que sua própria família e é preciso ter esse match. A cultura é tão importante na Gupy por eles terem que tomar decisões muito rápido, e só com essa agilidade e raça que eles conseguem driblar as adversidades. Se não houver isso, cada um vai pra um lado e nós precisamos de uma unidade na ação de cada funcionário. A cultura é tão importante que eles utilizam inclusive para a promoção de colaboradores e avaliações de desempenho, por exemplo. 

4. Comunicação e transparência foram as chaves para a Gupy na pandemia

No início da quarentena, a Mari chamou todo o time e já abriu que não sabia se as ações dariam certo dali em diante, mas que a equipe precisaria se reinventar para atingir resultados e não precisar haver nenhuma demissão. 

Fazendo isso logo no inicio e deixando claro para todos onde eles precisavam chegar para não ter que encarar medidas dolorosas todo o time se comprometeu e uniu esforços pelo bem comum da empresa. O nível de engajamento da equipe é outro quando ela sabe do problema.

5. Saiba reconhecer o crescimento, mas entenda que o negócio não está ganho

A Gupy nasceu com o propósito de oferecer soluções para pessoas e empresas através de processos mais justos, ágeis e encantadores. Mas a CEO reconhece que eles só estão no começo e muita coisa ainda está por vir. Hoje são 150 pessoas no time e eles vão passar de 200 em breve, que ficarão em home office até dezembro. E em agosto, eles vão fazer um mega evento gratuito para 40 mil pessoas e vão divulgar um novo serviço. Seu maior medo é de perder toda a cultura construída. Mas ela encara o medo como motivador para se reinventar. 

Como dizem na Gupy: Vamos pra cima! Bora pra estratosfera!

Espero que tenha gostado dos insights de hoje. Se você perdeu a live com a Mari Dias, clique aqui e assista no nosso Instagram. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Aproveite para seguir a gente por lá e até a próxima!

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