Renata Zanuto atua como co-head do Cubo e é a responsável pelas conexões entre startups e demais agentes do ecossistema para geração de negócios e valor ao mercado no Cubo. Ela conversou ontem com o Roni Cunha Bueno na live #LíderesCorajosos.

Confira a seguir 6 insights do bate-papo com essa líder corajosa que está vivendo no palco da Nova Economia e da Transformação Digital:

1. Você se motiva e se inspira vendo pessoas na mesma posição que você se espelha

Se não existem mulheres para você se inspirar e ser motivo de inspiração, o trabalho se torna mais difícil. Por isso, o Cubo incentiva programas de diversidade com foco em mulheres em duas vertentes: de incentivo externo, para todo o ecossistema, e de olhar interno, com campanha para mais founders mulheres dentro do Cubo. A luta diária, apenas 12% de mulheres são founders nas startups do Cubo atualmente. Empreender ainda é muito masculino. E empresas de tecnologia e startups também são universos muito masculinos. 

2. Tenha foco no seu propósito

O Cubo tem uma plataforma de geração de negócios que a grande fortaleza é o espaço físico. Antes da pandemia aconteciam por lá cerca de sete eventos por dia, com 2 mil pessoas circulando no espaço. Durante o isolamento, para continuarem o fomento ao ecossistema de startup, eles começaram uma sequência de lives e recebem muitos elogios de pessoas de fora de São Paulo, que só conseguem participar desse formato virtual. Quando o Cubo voltar para o prédio, eles terão fortalecido o digital. 

3. É preciso ter coragem para desengavetar projetos

Adaptação é a palavra da vez. Nesse período de incertezas, precisamos adaptar negócios e vida pessoal. O Cubo foi o primeiro espaço a entrar em lockdown. De forma bem rápida toda a operação física precisou migrar totalmente para o digital. Primeiro eles buscarem entender o contexto do Cubo no ecossistema, adaptou todos os modelos e assim fizeram os lançamentos nos próximos dias. Para a Renata, acontecerá uma alteração do uso dos espaços físicos. Eles não serão mais diários como antes, mas vão ser usados para fazer negócio. O modelo híbrido veio pra ficar!

4. Permita-se sentir a liberdade da incerteza

O trabalho remoto será maior que o físico. A gente não vai mais fazer mais offsite, vai fazer mais onsite. O lugar tradicional será a nossa casa. As viagens curtas à trabalho também vão diminuir e a transformação digital, mais do que nunca é uma certeza. Se as empresas tradicionais ainda tinham alguma dúvida, ela acabou. O COVID-19 fez a transformação acontecer e isso é um processo de ida sem volta.

5. A cultura do erro e da vulnerabilidade carregavam impressões negativas

É preciso permitir-se errar e ter vulnerabilidade. O que o período está ensinando é que muitas empresas que antes não questionavam o status quo tiveram que desafiar suas verdades absolutas. Os líderes estão vendo o quanto é positivo se mostrarem vulneráveis. O planejamento de cinco anos acabou. Bem como as regras claras, a comunicação objetiva e assertiva. 

6. A exponencialidade está nas pessoas

Cada vez mais é preciso dar um foco maior para as soft skills. Os colaboradores precisam saber lidar com pessoas e com cenários de incerteza, manter o time junto e ser diverso em todos sentidos. As pessoas que fazem a diferença nas empresas. E elas devem ter brilho nos olhos, serem leves, dinâmicas e com uma boa bagagem de conteúdo. Desse modo, elas saberão receber e dar críticas e feedbacks, serão abertas ao novo e irão transmitir confiança para os times. 

Espero que tenha gostado dos insights. Você pode assistir a live com a Renata Zanuto clicando aqui. Ah, e não perca as Lives Jeito Organica, Faz Chover e Líderes Corajosos. Elas acontecem todas as segunda, terças e quintas-feiras, respectivamente, no Instagram da Organica. Até mais!

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